O caso aconteceu no município de Abelhas no Piauí. Acontece que a mulher em questão já estava casada há cerca de 6 anos com um homem da mesma idade que ela. Fontes próximas do casal explicaram que eles pareciam um casal “de mente aberta” e sempre “prontos para novas experiências”. A determinado ponto, a meio de um jantar, pelo que se consta, a mulher explicou ao seu esposo que tinha encontrado uma amiga que era capaz de alinhar numa sessão de relações a três com eles.
O homem recuou e rejeitou a ideia prontamente, por não se sentir à vontade a esse ponto, mas ela insistiu. O jantar foi bem regado á bebidas e quando chegaram a casa, já alcoolizados, ela voltou a tocar nesse tópico e a discussão começou a ficar agressiva, sendo que ele já tinha deixado claras as suas intenções e ela continuava a insistir na ideia do relações a três. Completamente passada, a mulher acabou por pegar um pedaço de madeira que tinha debaixo da cama, a amiga pegou um banco de madeira e foi quando começou a seção de espancamento e tortura. Os vizinhos ouviram os gritos do homem, mas sabe-se que foi a própria mulher a chamar a polícia. Quanto ao marido, foi socorrido por uma ambulância acionada pela policia, o mesmo recebeu os primeiros atendimentos no hospital local.
Aqui temos o perfeito caso de uma mulher que não soube respeitar a intimidade do marido e que infelizmente, após o marido se recusar em ir para cama com ela e a amiga, as mulheres se enfureceram e espancaram o homem que ficou bastante ferido. O caso aconteceu no município de Abelhas no Piauí.
Acontece que a mulher em questão já estava casada há cerca de 6 anos com um homem da mesma idade que ela. Fontes próximas do casal explicaram que eles pareciam um casal “de mente aberta” e sempre “prontos para novas experiências”. A determinado ponto, a meio de um jantar, pelo que se consta, a mulher explicou ao seu esposo que tinha encontrado uma amiga que era capaz de alinhar numa sessão de relações a três com eles.

O homem recuou e rejeitou a ideia prontamente, por não se sentir à vontade a esse ponto, mas ela insistiu. O jantar foi bem regado á bebidas e quando chegaram a casa, já alcoolizados, ela voltou a tocar nesse tópico e a discussão começou a ficar agressiva, sendo que ele já tinha deixado claras as suas intenções e ela continuava a insistir na ideia do relações a três. Completamente passada, a mulher acabou por pegar um pedaço de madeira que tinha debaixo da cama, a amiga pegou um banco de madeira e foi quando começou a seção de espancamento e tortura. Os vizinhos ouviram os gritos do homem, mas sabe-se que foi a própria mulher a chamar a polícia. Quanto ao marido, foi socorrido por uma ambulância acionada pela policia, o mesmo recebeu os primeiros atendimentos no hospital local. 
O senador Alessandro Vieira protocolou o pedido de instauração da CPI Lava Toga nesta terça-feira (19).

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pretende investigar os Tribunais Superiores foi protocolada nesta terça-feira (19) pelo senador Alessandro Vieira (PPS-RS).

Apelidada de “Lava Toga”, a CPI tem amplo apoio popular, mas vem levantando dúvidas nas lideranças do Congresso Nacional.

Após a entrega do documento, o parlamentar criticou as ações da Corte:

“Essa investigação aberta pelo ministro Toffoli não tem previsão legal. É o AI-5 do Supremo. Foi decretada a ditadura da toga”, disse o parlamentar sobre o inquérito aberto pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, sobre supostas fake news e calúnias contra magistrados.

“Eu faço o que eu quero, investigo o que eu quero, respondo a quem eu quero. E você fique aí, no seu lugar, esperando para ver se vai chegar a sua vez”, ironizou Vieira, simulando a declaração de um suposto ministro.

O senador também afirmou que o intuito da CPI é manter o equilíbrio entre os poderes e não a extinção do STF.

“Ninguém está defendendo o fim do STF, nem qualquer ato arbitrário, só estamos trabalhando com o que está na legislação. Se senadores e a sociedade assim entendem que esses fatos devam ser apurados a CPI deve ocorrer”, declarou Vieira, segundo o Pleno.News.
Regime de Nicolás Maduro diz que energia elétrica voltou completamente à Venezuela

Apagão começou há quase uma semana. Incêndio teria causado blecaute, diz engenheiro de universidade venezuelana. Maduro e Guaidó trocam acusações.


Maduro fala em Caracas sobre apagão que atinge a Venezuela e mostra foto de fogo em edifício da companhia estatal de eletricidade — Foto: AFP/Marcelo Garcia/Presidência da Venezuela

O regime de Nicolás Maduro anunciou nesta quarta-feira (13) que a energia elétrica retornou a todo o território da Venezuela. Assim, o governo chavista retomou as atividades profissionais interrompidas pelo apagão – que começou há seis dias. Os estudantes, porém, só devem voltar às aulas na sexta-feira.

O apagão na Venezuela começou na quinta-feira passada e atingiu todos os estados do país. Além da interrupção dos serviços como transporte público, a falta de energia elétrica afetou os hospitais e a distribuição de água aos venezuelanos. A oposição a Maduro fala em mais de 15 mortos por causa do blecaute.


Criança capta água de esgoto que corre para o leito do Rio Guaire, em Caracas, notoriamente poluído. — Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins

Houve também saques ao comércio, que ficou com as portas fechadas durante o apagão. De acordo com o jornal "El Nacional", a Câmara de Comércio de Maracaibo estima que o setor perdeu até US$ 50 milhões – mais de R$ 190 mil – somente nessa cidade do noroeste venezuelano.

Imagens da Nasa obtidas pela rede de televisão BBC mostram como o país ficou às escuras durante o blecaute.

Incêndio causou apagão, dizem engenheiros



Linhão de Guri — Foto: Emily Costa/G1 RR

Engenheiros da Universidade Central da Venezuela (UCV) ouvidos pelo "El Nacional" disseram que um incêndio perto de uma subestação de energia no estado de Bolívar deu início ao apagão. Segundo eles, o fogo aumentou a temperatura das linhas de transmissão do sistema ligados à usina de Guri – a mais importante do país.

Segundo relatório do engenheiro Julio Molina Guzmán, diretor da Escola de Engenharia Elétrica da UCV, o superaquecimento das linhas de transmissão obrigou os funcionários da usina de Guri a desligar todos os geradores.

Com o desligamento, as outras usinas e sistemas termoelétricos da Venezuela também ficaram desconectadas. Isso porque elas funcionam em sincronia de frequência com Guri – que serve de referência para as demais.
Cadernos de assassinos de Suzano tinham táticas de jogo de combate e regras de conduta na escola

A polícia encontrou dois cadernos no carro usado pelos assassinos da Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano. Um dos cadernos trazia uma série de desenhos de armas, nomes de jogos de internet e táticas de jogos de combate que o participante deve cumprir.

Entre as táticas estava: “depois disso pode mandar seu exército atacar, é exército meio fraco, mas se fizer rápido o inimigo não vai ter tempo de fazer muitas defesas.

Outro caderno, que seria de Guilherme Tauci Monteiro, tinha uma lista de regras de conduta da escola como “proibido o uso de celular em sala de aula, proibido fumar e colaborar com a organização e limpeza dos ambientes”.

Os assassinos – Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 – eram ex-alunos do colégio. A investigação aponta que, depois do ataque, ainda dentro da escola, Guilherme matou Henrique e, em seguida, se suicidou. A polícia diz que os dois tinham um "pacto" segundo o qual cometeriam o crime e depois se suicidariam.

Agentes apreenderam 117 fuzis 'piratas' incompletos que seriam do PM reformado preso pelos tiros que mataram a vereadora e seu motorista. As armas, que são cópias, seriam vendidas a criminosos, segundo investigadores.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga se o policial reformado Ronnie Lessa, de 48 anos, é traficante de armas. Lessa, de acordo com o Ministério Público estadual, figura em investigações sobre homicídios praticados sob o patrocínio da contravenção.

Apesar disso, o suspeito de atirar e matar a vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes, preso na terça-feira (12), não responde a inquéritos na polícia do RJ.

Sargento reformado após uma explosão em que ele perdeu a perna, Ronnie Lessa recebe uma aposentadoria de R$ 8 mil. O policial mora em um condomínio diante da praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, e tem carros de luxo.

"Podemos afirmar que existem investigações de homicídios ligadas à contravenção em que ele figura como suspeito", afirma a promotora Simone Sibílio, do Grupo de Apoio e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP-RJ.

De acordo com a promotora, o nome de Lessa já havia aparecido em outras investigações. "Quem atua no mundo do crime e quem investiga crimes de homicídio pode dizer que o nome dele [Lessa] já surgiu em relação a alguns outros homicídios mercenários, sim", explica a promotora.

A polícia já descobriu que os 117 fuzis incompletos apreendidos na casa de um amigo de Ronnie Lessa são cópias que seriam vendidas a criminosos. É um armamento falsificado, mas novo. São cópias do M-16, modelo criado nos Estados Unidos e hoje fabricado em várias partes do mundo. É de uso restrito.

As amas encontradas pela polícia ainda estavam sem o cano, parte do carregador e sem o mecanismo de disparo. Nesta quarta-feira (13), a polícia apreendeu uma mesa e equipamentos usados na montagem de fuzis. Completos, os fuzis teriam o mesmo poder de fogo dos originais.

"Você vai ter uma capacidade de carregador entre 30, 40 tiros, um alcance máximo em que esse projétil pode chegar, ele pode chegar a 2 quilômetros. Então, a gente tem a partir do lançamento uma trajetória balística em que ele pode atingir. A bala perdida pode chegar a dois quilômetros", explicou Vinícius Cavalcante, especialista em armas.

Segundo Cavalcante, o poderio das armas é grande.

"Em termos de energia, você vai colocar três daqueles tijolos, aqueles tijolos de cerâmica vermelho vazados e você vai conseguir penetrá-los", explica.

Alexandre Mota, dono do apartamento onde estavam os fuzis incompletos, foi preso acusado de tráfico de armas. A polícia afirma que as armas são de Ronnie Lessa.

As investigações apontam que Lessa fornecia armas para quem chegasse com dinheiro. Podia ser milícia, narcotráfico ou contravenção.

"Qualquer tipo de organização criminosa que demandasse o uso ou a aquisição daquele tipo de armamento conseguia encontrar com o Ronnie Lessa, mediante obviamente o pagamento", afirmou o delegado Marcos Amin.

Segundo a investigação, após atirar nos alunos, Guilherme Monteiro teria matado Luiz Henrique de Castro e se matado em seguida.

Um dos assassinos dos alunos e funcionários da Escola Estadual Professor Raul Brasil matou o comparsa e depois se matou, segundo informações da polícia. A investigação aponta que Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, matou Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, e depois se suicidou.

Segundo a polícia, os dois tinham um pacto de que fariam o ataque e depois se matariam. E que andavam pesquisando na internet massacres em escolas dos Estados Unidos.

Além dos assassinos, outras oito pessoas morreram nos ataques na escola. Assassinos são ex-alunos da escola

Autores do massacre em Suzano eram amigos de infância e moravam na mesma rua

Os dois assassinos que mataram nesta quarta-feira (13) oito pessoas em Suzano (SP) eram ex-alunos da Escola Estadual Raul Brasil, alvo do ataque, disse o secretário de Segurança Pública de São Paulo, João Camilo Pires de Campos. De acordo com ele, os cinco alunos assassinados tinham entre 15 e 17 anos de idade. Também foram mortos duas funcionárias do colégio e o proprietário de uma loja próximo ao local.

Segundo o secretário, ainda não se sabe a motivação do crime. "É a grande busca: qual foi a motivação dos antigos alunos", disse Foram feitas buscas na casa dos assassinos, e a polícia recolheu pertences dos dois.

Monteiro deixou a escola no ano passado após "problemas" – o secretário não foi claro se ele foi expulso ou se saiu por conta própria.



Jogo foi apreendido na casa de Luiz Henrique um dos assassinos do massacre da Escola Raul Brasil em Suzano — Foto: Maiara Barbosa/G1

Os dois aparentemente foram recebidos por Marilena Ferreira Vieira Umezo, coordenadora pedagógica, afirmou o secretário de Segurança. Ela foi a primeira a ser atingida. Não se sabe se os assassinos chegaram à escola encapuzados ou se cobriram os rostos posteriormente.

A Polícia Militar chegou à escola oito minutos após o crime. Dentro do colégio, policiais ouviram barulho de tiros e encontraram os dois assassinos mortos, ainda de acordo com o secretário.

A investigação aponta que Guilherme Monteiro matou Henrique Castro e, em seguida, se suicidou. A polícia diz que os dois tinham um "pacto" segundo o qual cometeriam o crime e depois se suicidariam.
'Devem participar os tanques da República, os mísseis da República, os soldados da República', disse presidente em pronunciamento na TV estatal. Ele acusa EUA de querer intervir militarmente no país, com ajuda da Colômbia.

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, ordenou nesta sexta-feira (15) a criação de um plano especial de implantação permanente das Forças Armadas para a defesa do país, para combater o que chamou de uma possível ameaça intervencionista dos EUA.

Maduro acusa os Estados Unidos de tentar forçar uma intervenção militar no país, com a ajuda da Colômbia.

“Vamos fazer um plano especial de implantação permanente e ajuste de força, eu peço de forma progressiva. Do qual devem participar os tanques da República, os mísseis da República, os soldados da República. Como o desdobramento de nossa força deve ser combinado para exercer a soberania em todo o território. Um plano para manter mobilizadas as Forças Armadas Bolivarianas em defesa da nação”, disse, em um pronunciamento exibido pela emissora estatal VTV.



"Temos um poder militar com um nível ótimo para defender o país, e hoje as Forças Armadas estão desempenhando um papel tão importante quanto na fundação da República", disse ainda o presidente.

Novas sanções

Nesta sexta os EUA voltaram a aplicar novas sanções contra integrantes do governo de Maduro, desta vez tendo como alvos cinco funcionários da inteligência e segurança próximos ao presidente.

Os Estados Unidos foram o primeiro país a reconhecer o líder da oposição e da Assembleia Nacional, Juan Guaidó, como presidente interino da Venezuela, em 23 de janeiro.

Essa não é a primeira medida tomada pelos Estados Unidos para apoiar Guaidó, que pretende organizar um governo de transição e convocar eleições gerais.

O governo americano bloqueou os ativos da petrolífera da Venezuela, a PDVSA, nos Estados Unidos, e proibiu que norte-americanos façam negócios com companhia venezuelana.

Na terça, Maduro voltou a afirmar que Guaidó é parte de um "plano golpista" orquestrado pelo governo de Donald Trump durante uma entrevista à BBC.

"É uma guerra política do império americano, da extrema direita e da Ku Klux Klan que hoje governa a Casa Branca para se apoderar da Venezuela", afirmou.
Caso a Justiça dos Estados Unidos confirme, em 25 de junho, a pena de prisão perpétua ao narcotraficante mexicano Joaquín "El Chapo" Guzmán, provavelmente ele passará o resto da vida no Supermax, presídio federal de segurança máxima no estado do Colorado.

Lá, segundo a agência Associated Press, de acordo com o regime aplicado aos prisioneiros, o narcotraficante ficaria isolado em uma cela com menos de oito metros quadrados, permanecendo 23 das 24 horas do dia confinado. Até as refeições são feitas na solitária, sem contato com os outros presos.

Cela no presídio Supermax, no estado norte-americano do Colorado, em foto de 1994. — Foto: Mark Reis/The Gazette via AP, File

Os outros detentos da Supermax, que abriga 400 presidiários, cometeram crimes gravíssimos e são considerados perigosos para a Justiça norte-americana. Entre eles, estão Zacarias Moussaoui, uma das cabeças por trás dos ataques de 11 de Setembro, em 2001, e Dzokhar Tsarnaev, autor do atentado a bomba na maratona de Boston, em 2013.

Dificilmente, porém, El Chapo vai se encontrar com eles. Aliás, o único contato que o narcotraficante terá com o lado de fora da prisão será uma janelinha com pouco mais de 10 centímetros de largura. – além de uma televisão, a única regalia a que terá direito.


A produção de soja brasileira na safra 2018/19 deve cair por conta da seca, disseram nesta sexta-feira (4) a Associação Brasileira dos Produtores de Soja (Aprosoja Brasil) e a consultoria INTL FCStone.

Para a Aprosoja, a safra do grão no país, em fase inicial de colheita, deverá totalizar entre 110 milhões e 115 milhões de toneladas. A estiagem em importantes regiões produtoras retirou das lavouras o potencial produtivo recorde, segundo a entidade.

À Reuters, o presidente da associação, Bartolomeu Braz, disse que se as chuvas não ocorrerem nas próximas semanas, o cenário é "catastrófico" para as plantações do maior exportador mundial da oleaginosa.

Braz deu as declarações após a INTL FCStone cortar em cerca de 4 milhões de toneladas a sua previsão para a safra de soja do país. A consultoria espera que a produção atinja 116,2 milhões de toneladas, ante os 120,2 milhões de toneladas previstas em dezembro.

Em relatório divulgado na véspera a clientes, a consultoria relacionou a redução ao clima bastante quente e seco nas última semanas.

Em 2017/18, o Brasil colheu um recorde de 119,3 milhões de toneladas.
A ministra da Mulher, Família e Direitos Humanos, Damares Alves, afirmou na noite de quinta-feira (3), em entrevista à GloboNews, que não se arrepende da declaração polêmica que deu logo após assumir o cargo, sobre cores para meninos e meninas. Ela também disse que o governo Bolsonaro não vai acabar com nenhum direito adquirido pela população LGBTI.

Na entrevista ao "Jornal das Dez", Damares voltou a dizer que a frase em que afirma que "menino veste azul e menina veste rosa" era uma "metáfora" contra o que chama de "ideologia de gênero", e explicou a declaração ao responder se estava arrependida, diante da repercussão da fala.

"De jeito nenhum. Foi uma metáfora. Nós temos no Brasil o 'Outubro Rosa', que diz respeito ao câncer de mama com mulheres, temos o 'Novembro Azul', que é com relação ao câncer de próstata com o homem. Então quando eu disse que menina veste cor de rosa e menino veste azul, é que nós vamos estar respeitando a identidade biológica das crianças", disse.

Vídeo de ministra sobre cores para crianças repercute nas redes

A frase foi registrada em um vídeo feito por apoiadores, logo após Damares assumir o ministério. Ao final da fala, a ministra foi aplaudida pelo público que a cercava em uma sala.

A declaração provocou repercussão e foi criticada, ficando entre os assuntos mais comentados nas redes sociais nesta quinta-feira. Foi criada também a hashtag "cor não tem gênero". O cantor Caetano Veloso divulgou uma foto, usando cor de rosa.