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Uma tragédia chocou os moradores de Itumbiara, interior do Goiás. Um jovem de 17 anos conhecido por "Jumentão" morreu após se masturbar 94 vezes sem parar. Segundo relatos, ele havia começado por volta da meia noite, e virou a noite toda fazendo as sequencias de masturbação sem dar intervalo. Terminava uma e começava outra.


A mãe de jumentão já desconfiava de sua compulsividade por praticar o ato. “Era de hora em hora, igual o resultado da tele-sena, já tinha programado até de leva-lo ao médico”, contou a mãe do jovem.

Na escola onde o adolescente estudava, os colegas de classe fizeram uma homenagem. Uma de suas colegas, em conversa com a reportagem, disse que o garoto era tão compulsivo que sempre lhe pedia para mandar fotos pelo Whatsapp,  de madrugada.

No celular do adolescente foi encontrado cerca de 20 mil vídeos eróticos e 60 mil fotos.

Ao todo, 180 voos serão cancelados até quarta-feira (17) por causa da redução da frota. Empresa está sendo obrigada a devolver aeronaves por falta de pagamento.

A companhia aérea Avianca Brasilterá ao menos 24 voos cancelados neste sábado (13) e domingo (14) devido à redução da frota e para "minimizar o impacto na sua operação e aos seus passageiros". A empresa está em recuperação judicial.

No sábado, serão 6 voos. Do domingo, outros 19. Ao todo, 180 voos serão cancelados até quarta-feira (17).

Em recuperação judicial, a Avianca Brasil tem sido acionada na justiça pelas companhias que fazem o empréstimo de avião por falta de pagamento.

Nesta sexta, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que recebeu pedido para cancelar as matrículas de dez aviões operados pela Avianca Brasil, que pertencem à Constitution Aircraft Leasing. Uma das aeronaves já foi devolvida na quinta-feira, e as outras nove serão devolvidas até o final do domingo.
As buscas por desaparecidos na tragédia da Muzema, comunidade na Zona Oeste do Rio, entram no segundo dia neste sábado (13). Ao menos 17 pessoas são consideradas desaparecidas no local onde dois prédios desmoronaram no início do dia anterior.

Pela manhã, uma equipe de mais 30 bombeiros chegou ao local para reforçar os trabalhos. Cães farejadores auxiliam nas buscas. Ao todo, o resgate conta com mais de 100 militares, cães farejadores, drone, helicópteros, ambulâncias e viaturas de recolhimento de cadáveres.

Por volta das 10h, o Corpo de Bombeiros atualizou a lista de vítimas resgatadas e de desaparecidos. Segundo a corporação, 15 pessoas foram retiradas dos escombros, das quais cinco já estavam mortas. Das dez que foram resgatadas com vida, duas morreram em hospitais da cidade. Com isso, chegava a sete o número de mortos na tragédia.

Até o fim da noite de sexta, os bombeiros consideravam haver ainda ao menos 12 desaparecidos. Nesta manhã, a lista foi revista e as equipes creem que há 17 pessoas ainda em meio aos escombros.


Moradores do condomínio à espera de notícias sobre os desaparecidos no desabamento neste segundo dia de buscas na Muzema, Zona Oeste do Rio — Foto: Julia Arraes/GloboNews

A última morte confirmada foi a de Hilton Guilherme Sodré de Souza, de 13 anos. Ele foi retirado com vida dos escombros após mais de 15 horas soterrado. Os pais dele, Hilton Berto Rodrigues Souza e Maria de Nazaré Sá Sodré, estão entre os desaparecidos.
A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (28) cinco pessoas e cumpriu oito mandados de busca e apreensão na Operação Decantação 2, que investiga fraude em licitações e desvio de dinheiro na Companhia de Saneamento de Goiás (Saneago). O ex-governador José Eliton (PSDB) é alvo de mandados de busca. A PF apreendeu R$ 2,3 milhões com dois suspeitos.

Em nota, a assessoria de José Eliton informou que ele está em Posse, no interior de Goiás, numa audiência como advogado, mas retorna nesta tarde para Goiânia. Conforme o texto, o ex-governador "confirma que a PF cumpriu mandado de busca e apreensão em seu apartamento, na capital, em que foi apreendido um computador, usado por seu filho mais novo". Ele informou ainda que dará uma declaração assim que tiver acesso ao inquérito da continuação da Operação Decantação.

A Saneago informou, em nota, que "a atual gestão da empresa tem priorizado a implantação das melhores práticas de governança, para garantir a lisura em todos os processos da companhia, como a criação da Superintendência de Governança". A Saneago completou que "permanece prestando toda a colaboração necessária às investigações".



Polícia Federal apreende mala com cerca de R$ 1,3 milhão durante a segunda fase da Operação Decantação, em Goiânia — Foto: Polícia Federal/ Divulgação

De acordo com a Polícia Federal, empresários, dirigentes da empresa e agentes públicos são investigados pelos desvios. As buscas são feitas, conforme a polícia, em endereços de investigados e pessoas ligadas ao ex-governador, em Goiânia e Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital.

Durante as buscas, os policiais acharam uma mala com cerca de R$ 1,3 milhão e armas na casa de Gisella Silva de Oliveira Albuquerque. Ela é filha de Luiz Alberto de Oliveira, ex-chefe de gabinete do ex-governador Marconi Perillo (PSDB), que renunciou ao cargo para concorrer à eleições de 2017. No carro de Luiz Alberto, os policiais encontraram R$ 1 milhão. Pai e filha estão presos.

Foram presos durante a operação:

Luiz Alberto de Oliveira - chefe de Gabinete de Gestão da Governadoria até meados de 2017;
Gisella Silva de Oliveira Albuquerque - filha de Luiz Alberto;
Carlos Eduardo Pereira da Costa - sócio da Sanefer Construções e Empreendimentos;
Nilvane Tomás de Sousa Costa - sócio da Sanefer Construções e Empreendimentos;
Robson Borges Salazar - ex-diretor de gestão corporativa da Saneago.
Depois das declarações do presidente Jair Bolsonaro dizendo que a troca de farpas com Rodrigo Maia foi uma "chuva de verão" e é "página virada", aliados do presidente da Câmara dos Deputados afirmam que a crise entre os dois está "superada" e que, agora, é focar na aprovação da reforma da Previdência.

Nesta linha, Rodrigo Maia recebe para almoço nesta quinta-feira (28) o ministro da Economia, Paulo Guedes, e líderes partidários, tendo no cardápio a estratégia para aprovar as mudanças nas regras de aposentadoria no país.

Interlocutores do presidente da Câmara destacam que o próprio Maia, depois que a crise entre ele e Bolsonaro esquentou ainda mais na quarta-feira (27), procurou colocar um ponto final no embate, ao pedir que o presidente e seus aliados parassem com as críticas e os dois lados começassem a trabalhar pela aprovação da reforma da Previdência.

Depois do gesto de Rodrigo Maia, foi a vez de Bolsonaro ir na mesma linha na manhã desta quinta, dizendo que a crise entre os dois é "página virada". Amigos do presidente da Câmara lembram que ele nunca iniciou os ataques contra o presidente da República, apenas respondia às críticas. O que, a partir de agora, ele promete não fazer mais.

A trégua entre Bolsonaro e Maia foi comemorada pela equipe econômica, que estava preocupada com os efeitos da crise entre Executivo e Legislativo sobre o cenário econômico. O dólar estava ameaçando superar o valor de R$ 4, tendência que pode afetar a inflação, além de fazer as previsões de crescimento caírem ainda mais. O Banco Central já reduziu a sua para 2%.

Agora, segundo auxiliares de Paulo Guedes, é focar na votação da reforma da Previdência e usar a crise como lição para evitar a repetição dos erros cometidos nos últimos dias.
Há dias correm na mídia corporativa tradicional as críticas ao Ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodrígues. Bater incessantemente no ministro indicado por Olavo de Carvalho tem sido a tática da imprensa para colar no imaginário popular a ideia de que o ministro é incompetente e deveria ser demitido.


Na pressa por confirmar a informação e garantir alguns trocados a mais com a exclusividade da notícia, a Globo News se precipitou e acabou sendo desmentida pelo próprio presidente.

Jair Bolsonaro utilizou as redes sociais para desmentir a demissão, disse que a notícia é falsa e aproveitou para instigar:
"Vocês sabem quem, na verdade, quer nos desgastar para que se crie condições que se justifique uma ação definitiva contra meu mandato no futuro.", disse o presidente

FONTE> https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/13897/bolsonaro-desmente-fake-news-da-globo-sobre-demissao-do-ministro-da-educacao
O senador Alessandro Vieira protocolou o pedido de instauração da CPI Lava Toga nesta terça-feira (19).

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pretende investigar os Tribunais Superiores foi protocolada nesta terça-feira (19) pelo senador Alessandro Vieira (PPS-RS).

Apelidada de “Lava Toga”, a CPI tem amplo apoio popular, mas vem levantando dúvidas nas lideranças do Congresso Nacional.

Após a entrega do documento, o parlamentar criticou as ações da Corte:

“Essa investigação aberta pelo ministro Toffoli não tem previsão legal. É o AI-5 do Supremo. Foi decretada a ditadura da toga”, disse o parlamentar sobre o inquérito aberto pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, sobre supostas fake news e calúnias contra magistrados.

“Eu faço o que eu quero, investigo o que eu quero, respondo a quem eu quero. E você fique aí, no seu lugar, esperando para ver se vai chegar a sua vez”, ironizou Vieira, simulando a declaração de um suposto ministro.

O senador também afirmou que o intuito da CPI é manter o equilíbrio entre os poderes e não a extinção do STF.

“Ninguém está defendendo o fim do STF, nem qualquer ato arbitrário, só estamos trabalhando com o que está na legislação. Se senadores e a sociedade assim entendem que esses fatos devam ser apurados a CPI deve ocorrer”, declarou Vieira, segundo o Pleno.News.
Regime de Nicolás Maduro diz que energia elétrica voltou completamente à Venezuela

Apagão começou há quase uma semana. Incêndio teria causado blecaute, diz engenheiro de universidade venezuelana. Maduro e Guaidó trocam acusações.


Maduro fala em Caracas sobre apagão que atinge a Venezuela e mostra foto de fogo em edifício da companhia estatal de eletricidade — Foto: AFP/Marcelo Garcia/Presidência da Venezuela

O regime de Nicolás Maduro anunciou nesta quarta-feira (13) que a energia elétrica retornou a todo o território da Venezuela. Assim, o governo chavista retomou as atividades profissionais interrompidas pelo apagão – que começou há seis dias. Os estudantes, porém, só devem voltar às aulas na sexta-feira.

O apagão na Venezuela começou na quinta-feira passada e atingiu todos os estados do país. Além da interrupção dos serviços como transporte público, a falta de energia elétrica afetou os hospitais e a distribuição de água aos venezuelanos. A oposição a Maduro fala em mais de 15 mortos por causa do blecaute.


Criança capta água de esgoto que corre para o leito do Rio Guaire, em Caracas, notoriamente poluído. — Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins

Houve também saques ao comércio, que ficou com as portas fechadas durante o apagão. De acordo com o jornal "El Nacional", a Câmara de Comércio de Maracaibo estima que o setor perdeu até US$ 50 milhões – mais de R$ 190 mil – somente nessa cidade do noroeste venezuelano.

Imagens da Nasa obtidas pela rede de televisão BBC mostram como o país ficou às escuras durante o blecaute.

Incêndio causou apagão, dizem engenheiros



Linhão de Guri — Foto: Emily Costa/G1 RR

Engenheiros da Universidade Central da Venezuela (UCV) ouvidos pelo "El Nacional" disseram que um incêndio perto de uma subestação de energia no estado de Bolívar deu início ao apagão. Segundo eles, o fogo aumentou a temperatura das linhas de transmissão do sistema ligados à usina de Guri – a mais importante do país.

Segundo relatório do engenheiro Julio Molina Guzmán, diretor da Escola de Engenharia Elétrica da UCV, o superaquecimento das linhas de transmissão obrigou os funcionários da usina de Guri a desligar todos os geradores.

Com o desligamento, as outras usinas e sistemas termoelétricos da Venezuela também ficaram desconectadas. Isso porque elas funcionam em sincronia de frequência com Guri – que serve de referência para as demais.
Cadernos de assassinos de Suzano tinham táticas de jogo de combate e regras de conduta na escola

A polícia encontrou dois cadernos no carro usado pelos assassinos da Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano. Um dos cadernos trazia uma série de desenhos de armas, nomes de jogos de internet e táticas de jogos de combate que o participante deve cumprir.

Entre as táticas estava: “depois disso pode mandar seu exército atacar, é exército meio fraco, mas se fizer rápido o inimigo não vai ter tempo de fazer muitas defesas.

Outro caderno, que seria de Guilherme Tauci Monteiro, tinha uma lista de regras de conduta da escola como “proibido o uso de celular em sala de aula, proibido fumar e colaborar com a organização e limpeza dos ambientes”.

Os assassinos – Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 – eram ex-alunos do colégio. A investigação aponta que, depois do ataque, ainda dentro da escola, Guilherme matou Henrique e, em seguida, se suicidou. A polícia diz que os dois tinham um "pacto" segundo o qual cometeriam o crime e depois se suicidariam.

Agentes apreenderam 117 fuzis 'piratas' incompletos que seriam do PM reformado preso pelos tiros que mataram a vereadora e seu motorista. As armas, que são cópias, seriam vendidas a criminosos, segundo investigadores.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga se o policial reformado Ronnie Lessa, de 48 anos, é traficante de armas. Lessa, de acordo com o Ministério Público estadual, figura em investigações sobre homicídios praticados sob o patrocínio da contravenção.

Apesar disso, o suspeito de atirar e matar a vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes, preso na terça-feira (12), não responde a inquéritos na polícia do RJ.

Sargento reformado após uma explosão em que ele perdeu a perna, Ronnie Lessa recebe uma aposentadoria de R$ 8 mil. O policial mora em um condomínio diante da praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, e tem carros de luxo.

"Podemos afirmar que existem investigações de homicídios ligadas à contravenção em que ele figura como suspeito", afirma a promotora Simone Sibílio, do Grupo de Apoio e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP-RJ.

De acordo com a promotora, o nome de Lessa já havia aparecido em outras investigações. "Quem atua no mundo do crime e quem investiga crimes de homicídio pode dizer que o nome dele [Lessa] já surgiu em relação a alguns outros homicídios mercenários, sim", explica a promotora.

A polícia já descobriu que os 117 fuzis incompletos apreendidos na casa de um amigo de Ronnie Lessa são cópias que seriam vendidas a criminosos. É um armamento falsificado, mas novo. São cópias do M-16, modelo criado nos Estados Unidos e hoje fabricado em várias partes do mundo. É de uso restrito.

As amas encontradas pela polícia ainda estavam sem o cano, parte do carregador e sem o mecanismo de disparo. Nesta quarta-feira (13), a polícia apreendeu uma mesa e equipamentos usados na montagem de fuzis. Completos, os fuzis teriam o mesmo poder de fogo dos originais.

"Você vai ter uma capacidade de carregador entre 30, 40 tiros, um alcance máximo em que esse projétil pode chegar, ele pode chegar a 2 quilômetros. Então, a gente tem a partir do lançamento uma trajetória balística em que ele pode atingir. A bala perdida pode chegar a dois quilômetros", explicou Vinícius Cavalcante, especialista em armas.

Segundo Cavalcante, o poderio das armas é grande.

"Em termos de energia, você vai colocar três daqueles tijolos, aqueles tijolos de cerâmica vermelho vazados e você vai conseguir penetrá-los", explica.

Alexandre Mota, dono do apartamento onde estavam os fuzis incompletos, foi preso acusado de tráfico de armas. A polícia afirma que as armas são de Ronnie Lessa.

As investigações apontam que Lessa fornecia armas para quem chegasse com dinheiro. Podia ser milícia, narcotráfico ou contravenção.

"Qualquer tipo de organização criminosa que demandasse o uso ou a aquisição daquele tipo de armamento conseguia encontrar com o Ronnie Lessa, mediante obviamente o pagamento", afirmou o delegado Marcos Amin.

Segundo a investigação, após atirar nos alunos, Guilherme Monteiro teria matado Luiz Henrique de Castro e se matado em seguida.

Um dos assassinos dos alunos e funcionários da Escola Estadual Professor Raul Brasil matou o comparsa e depois se matou, segundo informações da polícia. A investigação aponta que Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, matou Luiz Henrique de Castro, de 25 anos, e depois se suicidou.

Segundo a polícia, os dois tinham um pacto de que fariam o ataque e depois se matariam. E que andavam pesquisando na internet massacres em escolas dos Estados Unidos.

Além dos assassinos, outras oito pessoas morreram nos ataques na escola. Assassinos são ex-alunos da escola

Autores do massacre em Suzano eram amigos de infância e moravam na mesma rua

Os dois assassinos que mataram nesta quarta-feira (13) oito pessoas em Suzano (SP) eram ex-alunos da Escola Estadual Raul Brasil, alvo do ataque, disse o secretário de Segurança Pública de São Paulo, João Camilo Pires de Campos. De acordo com ele, os cinco alunos assassinados tinham entre 15 e 17 anos de idade. Também foram mortos duas funcionárias do colégio e o proprietário de uma loja próximo ao local.

Segundo o secretário, ainda não se sabe a motivação do crime. "É a grande busca: qual foi a motivação dos antigos alunos", disse Foram feitas buscas na casa dos assassinos, e a polícia recolheu pertences dos dois.

Monteiro deixou a escola no ano passado após "problemas" – o secretário não foi claro se ele foi expulso ou se saiu por conta própria.



Jogo foi apreendido na casa de Luiz Henrique um dos assassinos do massacre da Escola Raul Brasil em Suzano — Foto: Maiara Barbosa/G1

Os dois aparentemente foram recebidos por Marilena Ferreira Vieira Umezo, coordenadora pedagógica, afirmou o secretário de Segurança. Ela foi a primeira a ser atingida. Não se sabe se os assassinos chegaram à escola encapuzados ou se cobriram os rostos posteriormente.

A Polícia Militar chegou à escola oito minutos após o crime. Dentro do colégio, policiais ouviram barulho de tiros e encontraram os dois assassinos mortos, ainda de acordo com o secretário.

A investigação aponta que Guilherme Monteiro matou Henrique Castro e, em seguida, se suicidou. A polícia diz que os dois tinham um "pacto" segundo o qual cometeriam o crime e depois se suicidariam.