O juiz federal Bruno Savino, da 3ª vara da Justiça Federal em Juiz de Fora, concluiu que Adélio Bispo de Oliveira , o autor da facada no presidente JairBolsonaro , tem Transtorno Delirante Persistente, segundo pareceres médicos da defesa de Adélio e de peritos escolhidos pela acusação, que o torna inimputável. Ou seja: não pode ser punido criminalmente. Se condenado na ação penal que tramita na mesma vara, Adelio Bispo cumprirá pena em um manicômio judiciário, e não numa prisão tradicional.

Na mesma decisão, o juiz determinou a permanência de Adélio no Presídio Federal de Campo Grande até o julgamento da ação penal, uma vez que o psiquiatra da defesa afirmou que estabelecimento prisional possui condições adequadas para a realização do tratamento necessário para a doença dele.

Segundo a decisão, todos os médicos que avaliaram Adélio, tanto os peritos oficiais como os assistentes técnicos das partes, concluiram que ele é portador de Transtorno Delirante Persistente. Ao todo, três laudos foram produzidos para avaliar o agressor. Não houve, dentro dos documentos anexados ao processo, nenhum parecer ou laudo que apontasse que o agressor não sofria com doença mental.

A única divergência estava relacionada subcategoria dessa patologia. A própria psiquiatra escolhida pelos advogados de Jair Bolsonaro apresentou parecer com a conclusão de que ele sofre desse mesmo transtorno.

Quanto à avaliação sobre a capacidade de entendimento do caráter ilícito da facada, as conclusões dos laudos oscilaram entre a inimputabilidade e a semi-imputabilidade. O Ministério Público Federal (MPF) opinou, em abril, pela semi-imputabilidade de Adélio Bispo.

Durante o andamento dos exames, houve a necessidade de realização do exame técnico em dois tempos periciais efetivados em datas diversas, por se tratar de caso de difícil diagnóstico. Foram necessários exames complementares como o Teste de Rorscharch e Eletroencefalograma.
O cantor Gabriel Diniz, conhecido pelo hit "Jenifer", morreu nesta segunda-feira (27), aos 28 anos, na queda de um avião de pequeno porte no povoado Porto do Mato, em Estância, na região sul de Sergipe.

De acordo com a Polícia Militar, há três mortos: além de Gabriel Diniz, foram identificados Linaldo Xavier e Abraão Farias, pilotos e diretores do Aeroclube de Alagoas. Inicialmente, o Grupamento Tático Aéreo (GTA) havia informado que eram quatro ocupantes na aeronave, que decolou de Salvador e tinha como destino Maceió.

O velório de Gabriel Diniz deve acontecer no complexo esportivo Almeidão, em João Pessoa, cidade onde morava.

Amigos do cantor reconheceram o corpo dele entre as vítimas. A assessoria de imprensa da produtora do artista confirmou que ele estava no avião. Também foi encontrado o passaporte de Gabriel Diniz perto do local do acidente.

Ao todo, 180 voos serão cancelados até quarta-feira (17) por causa da redução da frota. Empresa está sendo obrigada a devolver aeronaves por falta de pagamento.

A companhia aérea Avianca Brasilterá ao menos 24 voos cancelados neste sábado (13) e domingo (14) devido à redução da frota e para "minimizar o impacto na sua operação e aos seus passageiros". A empresa está em recuperação judicial.

No sábado, serão 6 voos. Do domingo, outros 19. Ao todo, 180 voos serão cancelados até quarta-feira (17).

Em recuperação judicial, a Avianca Brasil tem sido acionada na justiça pelas companhias que fazem o empréstimo de avião por falta de pagamento.

Nesta sexta, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) informou que recebeu pedido para cancelar as matrículas de dez aviões operados pela Avianca Brasil, que pertencem à Constitution Aircraft Leasing. Uma das aeronaves já foi devolvida na quinta-feira, e as outras nove serão devolvidas até o final do domingo.
As buscas por desaparecidos na tragédia da Muzema, comunidade na Zona Oeste do Rio, entram no segundo dia neste sábado (13). Ao menos 17 pessoas são consideradas desaparecidas no local onde dois prédios desmoronaram no início do dia anterior.

Pela manhã, uma equipe de mais 30 bombeiros chegou ao local para reforçar os trabalhos. Cães farejadores auxiliam nas buscas. Ao todo, o resgate conta com mais de 100 militares, cães farejadores, drone, helicópteros, ambulâncias e viaturas de recolhimento de cadáveres.

Por volta das 10h, o Corpo de Bombeiros atualizou a lista de vítimas resgatadas e de desaparecidos. Segundo a corporação, 15 pessoas foram retiradas dos escombros, das quais cinco já estavam mortas. Das dez que foram resgatadas com vida, duas morreram em hospitais da cidade. Com isso, chegava a sete o número de mortos na tragédia.

Até o fim da noite de sexta, os bombeiros consideravam haver ainda ao menos 12 desaparecidos. Nesta manhã, a lista foi revista e as equipes creem que há 17 pessoas ainda em meio aos escombros.


Moradores do condomínio à espera de notícias sobre os desaparecidos no desabamento neste segundo dia de buscas na Muzema, Zona Oeste do Rio — Foto: Julia Arraes/GloboNews

A última morte confirmada foi a de Hilton Guilherme Sodré de Souza, de 13 anos. Ele foi retirado com vida dos escombros após mais de 15 horas soterrado. Os pais dele, Hilton Berto Rodrigues Souza e Maria de Nazaré Sá Sodré, estão entre os desaparecidos.
A Polícia Federal prendeu nesta quinta-feira (28) cinco pessoas e cumpriu oito mandados de busca e apreensão na Operação Decantação 2, que investiga fraude em licitações e desvio de dinheiro na Companhia de Saneamento de Goiás (Saneago). O ex-governador José Eliton (PSDB) é alvo de mandados de busca. A PF apreendeu R$ 2,3 milhões com dois suspeitos.

Em nota, a assessoria de José Eliton informou que ele está em Posse, no interior de Goiás, numa audiência como advogado, mas retorna nesta tarde para Goiânia. Conforme o texto, o ex-governador "confirma que a PF cumpriu mandado de busca e apreensão em seu apartamento, na capital, em que foi apreendido um computador, usado por seu filho mais novo". Ele informou ainda que dará uma declaração assim que tiver acesso ao inquérito da continuação da Operação Decantação.

A Saneago informou, em nota, que "a atual gestão da empresa tem priorizado a implantação das melhores práticas de governança, para garantir a lisura em todos os processos da companhia, como a criação da Superintendência de Governança". A Saneago completou que "permanece prestando toda a colaboração necessária às investigações".



Polícia Federal apreende mala com cerca de R$ 1,3 milhão durante a segunda fase da Operação Decantação, em Goiânia — Foto: Polícia Federal/ Divulgação

De acordo com a Polícia Federal, empresários, dirigentes da empresa e agentes públicos são investigados pelos desvios. As buscas são feitas, conforme a polícia, em endereços de investigados e pessoas ligadas ao ex-governador, em Goiânia e Aparecida de Goiânia, na Região Metropolitana da capital.

Durante as buscas, os policiais acharam uma mala com cerca de R$ 1,3 milhão e armas na casa de Gisella Silva de Oliveira Albuquerque. Ela é filha de Luiz Alberto de Oliveira, ex-chefe de gabinete do ex-governador Marconi Perillo (PSDB), que renunciou ao cargo para concorrer à eleições de 2017. No carro de Luiz Alberto, os policiais encontraram R$ 1 milhão. Pai e filha estão presos.

Foram presos durante a operação:

Luiz Alberto de Oliveira - chefe de Gabinete de Gestão da Governadoria até meados de 2017;
Gisella Silva de Oliveira Albuquerque - filha de Luiz Alberto;
Carlos Eduardo Pereira da Costa - sócio da Sanefer Construções e Empreendimentos;
Nilvane Tomás de Sousa Costa - sócio da Sanefer Construções e Empreendimentos;
Robson Borges Salazar - ex-diretor de gestão corporativa da Saneago.
Depois das declarações do presidente Jair Bolsonaro dizendo que a troca de farpas com Rodrigo Maia foi uma "chuva de verão" e é "página virada", aliados do presidente da Câmara dos Deputados afirmam que a crise entre os dois está "superada" e que, agora, é focar na aprovação da reforma da Previdência.

Nesta linha, Rodrigo Maia recebe para almoço nesta quinta-feira (28) o ministro da Economia, Paulo Guedes, e líderes partidários, tendo no cardápio a estratégia para aprovar as mudanças nas regras de aposentadoria no país.

Interlocutores do presidente da Câmara destacam que o próprio Maia, depois que a crise entre ele e Bolsonaro esquentou ainda mais na quarta-feira (27), procurou colocar um ponto final no embate, ao pedir que o presidente e seus aliados parassem com as críticas e os dois lados começassem a trabalhar pela aprovação da reforma da Previdência.

Depois do gesto de Rodrigo Maia, foi a vez de Bolsonaro ir na mesma linha na manhã desta quinta, dizendo que a crise entre os dois é "página virada". Amigos do presidente da Câmara lembram que ele nunca iniciou os ataques contra o presidente da República, apenas respondia às críticas. O que, a partir de agora, ele promete não fazer mais.

A trégua entre Bolsonaro e Maia foi comemorada pela equipe econômica, que estava preocupada com os efeitos da crise entre Executivo e Legislativo sobre o cenário econômico. O dólar estava ameaçando superar o valor de R$ 4, tendência que pode afetar a inflação, além de fazer as previsões de crescimento caírem ainda mais. O Banco Central já reduziu a sua para 2%.

Agora, segundo auxiliares de Paulo Guedes, é focar na votação da reforma da Previdência e usar a crise como lição para evitar a repetição dos erros cometidos nos últimos dias.
Há dias correm na mídia corporativa tradicional as críticas ao Ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodrígues. Bater incessantemente no ministro indicado por Olavo de Carvalho tem sido a tática da imprensa para colar no imaginário popular a ideia de que o ministro é incompetente e deveria ser demitido.


Na pressa por confirmar a informação e garantir alguns trocados a mais com a exclusividade da notícia, a Globo News se precipitou e acabou sendo desmentida pelo próprio presidente.

Jair Bolsonaro utilizou as redes sociais para desmentir a demissão, disse que a notícia é falsa e aproveitou para instigar:
"Vocês sabem quem, na verdade, quer nos desgastar para que se crie condições que se justifique uma ação definitiva contra meu mandato no futuro.", disse o presidente

FONTE> https://www.jornaldacidadeonline.com.br/noticias/13897/bolsonaro-desmente-fake-news-da-globo-sobre-demissao-do-ministro-da-educacao
O senador Alessandro Vieira protocolou o pedido de instauração da CPI Lava Toga nesta terça-feira (19).

A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) que pretende investigar os Tribunais Superiores foi protocolada nesta terça-feira (19) pelo senador Alessandro Vieira (PPS-RS).

Apelidada de “Lava Toga”, a CPI tem amplo apoio popular, mas vem levantando dúvidas nas lideranças do Congresso Nacional.

Após a entrega do documento, o parlamentar criticou as ações da Corte:

“Essa investigação aberta pelo ministro Toffoli não tem previsão legal. É o AI-5 do Supremo. Foi decretada a ditadura da toga”, disse o parlamentar sobre o inquérito aberto pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Toffoli, sobre supostas fake news e calúnias contra magistrados.

“Eu faço o que eu quero, investigo o que eu quero, respondo a quem eu quero. E você fique aí, no seu lugar, esperando para ver se vai chegar a sua vez”, ironizou Vieira, simulando a declaração de um suposto ministro.

O senador também afirmou que o intuito da CPI é manter o equilíbrio entre os poderes e não a extinção do STF.

“Ninguém está defendendo o fim do STF, nem qualquer ato arbitrário, só estamos trabalhando com o que está na legislação. Se senadores e a sociedade assim entendem que esses fatos devam ser apurados a CPI deve ocorrer”, declarou Vieira, segundo o Pleno.News.
Regime de Nicolás Maduro diz que energia elétrica voltou completamente à Venezuela

Apagão começou há quase uma semana. Incêndio teria causado blecaute, diz engenheiro de universidade venezuelana. Maduro e Guaidó trocam acusações.


Maduro fala em Caracas sobre apagão que atinge a Venezuela e mostra foto de fogo em edifício da companhia estatal de eletricidade — Foto: AFP/Marcelo Garcia/Presidência da Venezuela

O regime de Nicolás Maduro anunciou nesta quarta-feira (13) que a energia elétrica retornou a todo o território da Venezuela. Assim, o governo chavista retomou as atividades profissionais interrompidas pelo apagão – que começou há seis dias. Os estudantes, porém, só devem voltar às aulas na sexta-feira.

O apagão na Venezuela começou na quinta-feira passada e atingiu todos os estados do país. Além da interrupção dos serviços como transporte público, a falta de energia elétrica afetou os hospitais e a distribuição de água aos venezuelanos. A oposição a Maduro fala em mais de 15 mortos por causa do blecaute.


Criança capta água de esgoto que corre para o leito do Rio Guaire, em Caracas, notoriamente poluído. — Foto: Reuters/Carlos Garcia Rawlins

Houve também saques ao comércio, que ficou com as portas fechadas durante o apagão. De acordo com o jornal "El Nacional", a Câmara de Comércio de Maracaibo estima que o setor perdeu até US$ 50 milhões – mais de R$ 190 mil – somente nessa cidade do noroeste venezuelano.

Imagens da Nasa obtidas pela rede de televisão BBC mostram como o país ficou às escuras durante o blecaute.

Incêndio causou apagão, dizem engenheiros



Linhão de Guri — Foto: Emily Costa/G1 RR

Engenheiros da Universidade Central da Venezuela (UCV) ouvidos pelo "El Nacional" disseram que um incêndio perto de uma subestação de energia no estado de Bolívar deu início ao apagão. Segundo eles, o fogo aumentou a temperatura das linhas de transmissão do sistema ligados à usina de Guri – a mais importante do país.

Segundo relatório do engenheiro Julio Molina Guzmán, diretor da Escola de Engenharia Elétrica da UCV, o superaquecimento das linhas de transmissão obrigou os funcionários da usina de Guri a desligar todos os geradores.

Com o desligamento, as outras usinas e sistemas termoelétricos da Venezuela também ficaram desconectadas. Isso porque elas funcionam em sincronia de frequência com Guri – que serve de referência para as demais.
Cadernos de assassinos de Suzano tinham táticas de jogo de combate e regras de conduta na escola

A polícia encontrou dois cadernos no carro usado pelos assassinos da Escola Estadual Professor Raul Brasil, em Suzano. Um dos cadernos trazia uma série de desenhos de armas, nomes de jogos de internet e táticas de jogos de combate que o participante deve cumprir.

Entre as táticas estava: “depois disso pode mandar seu exército atacar, é exército meio fraco, mas se fizer rápido o inimigo não vai ter tempo de fazer muitas defesas.

Outro caderno, que seria de Guilherme Tauci Monteiro, tinha uma lista de regras de conduta da escola como “proibido o uso de celular em sala de aula, proibido fumar e colaborar com a organização e limpeza dos ambientes”.

Os assassinos – Guilherme Taucci Monteiro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25 – eram ex-alunos do colégio. A investigação aponta que, depois do ataque, ainda dentro da escola, Guilherme matou Henrique e, em seguida, se suicidou. A polícia diz que os dois tinham um "pacto" segundo o qual cometeriam o crime e depois se suicidariam.

Agentes apreenderam 117 fuzis 'piratas' incompletos que seriam do PM reformado preso pelos tiros que mataram a vereadora e seu motorista. As armas, que são cópias, seriam vendidas a criminosos, segundo investigadores.

A Polícia Civil do Rio de Janeiro investiga se o policial reformado Ronnie Lessa, de 48 anos, é traficante de armas. Lessa, de acordo com o Ministério Público estadual, figura em investigações sobre homicídios praticados sob o patrocínio da contravenção.

Apesar disso, o suspeito de atirar e matar a vereadora Marielle Franco (PSOL) e o motorista Anderson Gomes, preso na terça-feira (12), não responde a inquéritos na polícia do RJ.

Sargento reformado após uma explosão em que ele perdeu a perna, Ronnie Lessa recebe uma aposentadoria de R$ 8 mil. O policial mora em um condomínio diante da praia da Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio, e tem carros de luxo.

"Podemos afirmar que existem investigações de homicídios ligadas à contravenção em que ele figura como suspeito", afirma a promotora Simone Sibílio, do Grupo de Apoio e Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do MP-RJ.

De acordo com a promotora, o nome de Lessa já havia aparecido em outras investigações. "Quem atua no mundo do crime e quem investiga crimes de homicídio pode dizer que o nome dele [Lessa] já surgiu em relação a alguns outros homicídios mercenários, sim", explica a promotora.

A polícia já descobriu que os 117 fuzis incompletos apreendidos na casa de um amigo de Ronnie Lessa são cópias que seriam vendidas a criminosos. É um armamento falsificado, mas novo. São cópias do M-16, modelo criado nos Estados Unidos e hoje fabricado em várias partes do mundo. É de uso restrito.

As amas encontradas pela polícia ainda estavam sem o cano, parte do carregador e sem o mecanismo de disparo. Nesta quarta-feira (13), a polícia apreendeu uma mesa e equipamentos usados na montagem de fuzis. Completos, os fuzis teriam o mesmo poder de fogo dos originais.

"Você vai ter uma capacidade de carregador entre 30, 40 tiros, um alcance máximo em que esse projétil pode chegar, ele pode chegar a 2 quilômetros. Então, a gente tem a partir do lançamento uma trajetória balística em que ele pode atingir. A bala perdida pode chegar a dois quilômetros", explicou Vinícius Cavalcante, especialista em armas.

Segundo Cavalcante, o poderio das armas é grande.

"Em termos de energia, você vai colocar três daqueles tijolos, aqueles tijolos de cerâmica vermelho vazados e você vai conseguir penetrá-los", explica.

Alexandre Mota, dono do apartamento onde estavam os fuzis incompletos, foi preso acusado de tráfico de armas. A polícia afirma que as armas são de Ronnie Lessa.

As investigações apontam que Lessa fornecia armas para quem chegasse com dinheiro. Podia ser milícia, narcotráfico ou contravenção.

"Qualquer tipo de organização criminosa que demandasse o uso ou a aquisição daquele tipo de armamento conseguia encontrar com o Ronnie Lessa, mediante obviamente o pagamento", afirmou o delegado Marcos Amin.